Navegue por Categorias

Para ver nosso catálogo completo, clique aqui

Como fazer a compra

Comprar na ARAUCO é muito simples! 

Depois de confirmar a compra, você pode receber os painéis em sua marcenaria ou em sua casa, você escolhe!

Benefícios de comprar com a ARAUCO

Ao escolher a ARAUCO, você pode consultar o catálogo completo de produtos e fazer a sua compra a qualquer momento, de qualquer lugar.

 

Comodidade sem sair de casa.

 
 

Facilidade no pagamento.

 
 

Portfólio completo.

 
 

Simulador de ambientes.

 
 

Qualidade ARAUCO.

BLOG

Geral Arquitetura

Ilhas de cozinha integradas: dicas para projetar com funcionalidade e estilo

A cozinha sempre foi aquele lugar reservado para o preparo das refeições. No entanto, nos últimos anos, ela vem sendo integrada ao living. Ou seja, passou a ter uma perspectiva diferente nos projetos, já que participa da rotina da casa, recebe convidados, aproxima pessoas e se transforma em cenário para diversos momentos do dia.

 

Nesse contexto, a ilha de cozinha apresenta um papel importante, que vai muito além do apoio à bancada. Esse elemento pode organizar fluxos, delimitar visualmente os ambientes e, ao mesmo tempo, estabelecer uma conexão visual entre a área de preparação e os espaços de estar e jantar.

 

Para que isso aconteça, é preciso equilibrar duas dimensões: a atenção necessária à rotina da cozinha e a linguagem estética que fará a marcenaria dialogar com o restante da casa. Afinal, em locais integrados, todas as escolhas permanecem à vista.

 

A ilha como elo entre cozinha e living

Quando cozinha, jantar e estar compartilham o mesmo espaço, a marcenaria desempenha uma função arquitetônica. A ilha cria uma transição sutil entre os usos sem interromper a continuidade visual.

 

Em vez de funcionar como uma barreira, ela organiza o ambiente. De um lado, concentra atividades como preparo e higienização. Do outro, pode receber banquetas, servir como apoio para refeições rápidas ou simplesmente compor a área social.

 

A integração exige atenção às proporções. Uma ilha muito grande compromete a circulação, enquanto uma solução pequena demais não comporta os equipamentos e objetivos desejados. O resultado mais elegante costuma surgir ao aproveitar cada centímetro, para que tudo trabalhe a favor do conjunto.

 

Ergonomia: a circulação também deve fazer parte do projeto

Antes de definir cores, texturas e detalhes, é importante resolver a ergonomia da ilha. Isso porque beleza e funcionalidade precisam coexistir desde o desenho inicial.

 

Qual deve ser a distância entre a ilha e os armários?

Como referência de projeto, considere 90 cm a 100 cm como circulação mínima entre a ilha e os armários ou bancadas paralelas. A medida possibilita a passagem individual e o uso das portas com maior segurança.

 

Caso a cozinha prevê circulação de duas pessoas ou a abertura de equipamentos como lava-louças e forno, o ideal é trabalhar com aproximadamente 120 cm. Assim, a abertura de portas e gavetas não transforma a circulação em um ponto de conflito.

 

Em áreas integradas, esse cuidado ganha ainda mais importância. A ilha deve organizar o fluxo da cozinha sem criar obstáculos entre ela e o living.

 

Altura da bancada: adapte à função

A altura também é definida de acordo com a atividade e, sempre que possível, considerando a estatura dos usuários.

 

Para uma bancada de trabalho ou cocção, o comum é trabalhar entre 88 cm e 92 cm do piso acabado, com ajustes conforme as necessidades do projeto. Já uma bancada destinada às refeições pode assumir diferentes alturas:

 

  • 75 cm: aproxima-se da altura de uma mesa convencional e funciona com cadeiras tradicionais.
  • 105 cm: cria uma bancada alta, adequada para banquetas e refeições informais.

 

Profundidade e balanço: conforto sem excessos

Uma profundidade entre 90 cm e 110 cm acomoda várias necessidades, como cooktop, área de preparo e tomadas de embutir, dependendo da configuração escolhida.

 

Quando houver lugares para banquetas, a proposta deve prever um balanço adequado. Um recuo de pelo menos 30 cm para os joelhos contribui para uma posição confortável durante as refeições.

 

O importante é compreender como cada medida interfere na experiência de uso. A ergonomia da cozinha acontece na relação entre circulação, alcance, abertura dos equipamentos e postura.

 

MDF para ilha de cozinha: resistência que acompanha o cotidiano

Em uma ilha integrada, o ideal é que o material escolhido responda a duas demandas simultaneamente: suportar o uso da rotina e sustentar a linguagem visual do ambiente.

 

O MDF é uma alternativa versátil para a marcenaria, já que combina superfície uniforme, facilidade de usinagem, estabilidade dimensional e liberdade estética. Essas características abrem diferentes possibilidades, desde soluções minimalistas até projetos com maior presença de texturas e elementos decorativos.

 

Para uma ilha, a especificação deve considerar a estrutura do móvel, os pontos de fixação, os equipamentos embutidos e as condições de uso. A escolha da chapa e a execução correta da marcenaria são partes essenciais do resultado final.

 

Quando o acabamento da ilha também conversa com a sala

Como a face voltada para o living permanece constantemente em evidência, os padrões madeirados ajudam a criar uma transição mais natural entre cozinha e área social.

 

Tons como Louro Freijó, Nogueira Persa e Acácia Carmel fornecem a presença e o aconchego visual da madeira para a composição. Outra possibilidade é combinar um madeirado com um padrão unicolor, como o Lino, por exemplo, criando uma leitura equilibrada entre base, frentes e demais elementos.

 

Texturas: a superfície pode ganhar protagonismo

Em uma ilha integrada, a definição da textura pode ser tão importante quanto a escolha da cor. Afinal, a iluminação do living, os pendentes e a luz natural incidem sobre suas superfícies.

 

Textura Vert: ritmo para a base da ilha

A textura Vert cria linhas verticais que adicionam movimento e profundidade ao revestimento. Seu efeito visual remete ao movimento da água, aos tecidos e aos ripados, tornando-a especialmente interessante para ambientes integrados, salas de estar, cozinhas e espaços gourmet.

 

Na ilha, ela pode aparecer na base, nas costas ou em uma composição que envolva a peça. O resultado é uma volumetria sutil, capaz de transformar um grande plano em um elemento de destaque.

 

Entre as opções da ARAUCO, podemos destacar o Orvalho que, com a textura Vert, recebe um toque único.

 

Textura Matt: sofisticação sem excesso de reflexo

Para quem busca um visual mais purista, os acabamentos foscos são uma escolha interessante. A textura Matt apresenta esse aspecto, além de um toque suave, absorvendo a luz de maneira uniforme e reduzindo reflexos.

 

Padrões como Anis, Moscada e Pimenta Rosa Matt são opções para realçar a composição da ilha e garantir um design moderno, principalmente em projetos que recebem pendentes ou iluminação linear diretamente sobre a bancada.

 

O resultado é uma superfície que não disputa atenção com a decoração. Em vez disso, faz parte dela e contribui para um cenário sofisticado e cheio de sentimento.

 

Os detalhes que definem o resultado

Quando a ilha está no centro da integração entre cozinha e living, os pequenos detalhes ganham grande impacto visual.

 

Puxadores mimetizados para uma leitura limpa

Os modelos de puxadores aparentes podem ser substituídos por soluções mais discretas, como cavas em 45°, perfil J ou outros sistemas de abertura integrados à própria frente. 

 

Além de reduzir a interferência visual, esses recursos ajudam a criar uma superfície contínua, o que é interessante para a face da ilha voltada ao living.

 

Fitas de borda: precisão e proteção ao móvel

Nas áreas próximas à cuba e outros pontos sujeitos a respingos, é necessário redobrar a atenção.

 

A aplicação de fitas de borda compatíveis com o projeto, com junções bem executadas e selagem adequada, protege as bordas e preserva o móvel durante o uso.

 

Como escolher os acabamentos para uma ilha integrada?

Uma estratégia é pensar na ilha como uma peça de transição entre dois universos. Na cozinha, ela precisa responder à rotina: preparo, armazenamento, cocção, higienização e circulação. No living, deve conversar com os materiais, as cores, a iluminação e o mobiliário que compõem a área social.

 

Algumas combinações perfeitas:

 

Madeirado + unicolor

Uma composição equilibrada, que une o aconchego da madeira à sobriedade de uma superfície neutra.

Sugestão: Louro Freijó + Frapê Matt

 

Textura Vert + padrão madeirado

Ideal para quem deseja transformar a base da ilha em um elemento de destaque sem recorrer a cores muito intensas.

Sugestão: Orvalho com textura Vert + Amendoeira

 

Textura Matt + iluminação direcionada

Uma alternativa elegante para projetos contemporâneos, principalmente quando a ilha recebe pendentes ou fitas de LED.

Sugestão: Moscada Matt ou Anis Matt

 

Madeirado + materiais naturais

Pedras, metais, tecidos e elementos naturais podem complementar a madeira e criar uma atmosfera acolhedora, conectando visualmente a cozinha ao living.

Sugestão: Cumaru + Atenna

 

Dúvidas frequentes sobre ilhas de cozinha

 

1. Qual é a distância mínima entre a pia e a ilha de cozinha?

Recomenda-se trabalhar com 100 cm a 120 cm entre a pia e a ilha, considerando a circulação, a abertura de portas e equipamentos e o espaço necessário para executar as atividades com conforto.

 

2. Qual é o melhor padrão de MDF para ilha de cozinha aberta?

Não existe um único padrão ideal. Em cozinhas integradas, a escolha deve prever a relação visual com o living.

 

Uma combinação entre acabamentos foscos, como a textura Matt, e padrões madeirados ou táteis é capaz de criar uma composição sofisticada e acolhedora. Já a textura Vert é uma alternativa para adicionar ritmo e profundidade às superfícies.

 

Projetando uma cozinha integrada? 

Confira o nosso portfólio de padrões no marketplace ARAUCO Online e encontre as chapas de MDF ideais para transformar suas ideias em realidade.

 

Marcenaria Outros

Iluminação embutida na marcenaria: como usar LED para valorizar as texturas

Já percebeu como a luz é capaz de desenhar? Exatamente por isso, a iluminação embutida na marcenaria ganhou ainda mais atenção. Ao aplicá-la da maneira correta, ela cria profundidade, evidencia materiais e muda completamente a percepção de uma superfície.

 

É o que acontece com o MDF. Dependendo de como a luz encontra a chapa, um relevo recebe novas sombras e movimento. No cenário contrário, sob uma iluminação excessiva e pouco direcionada, pode acabar perdendo definição ou detalhes interessantes.

 

Portanto, definir o modelo da fita de LED é apenas uma parte do projeto. A posição, a difusão e a temperatura da luz também precisam conversar com o acabamento escolhido. É o que vamos ver mais a seguir!

 

Luz rasgada ou difusa: qual escolher?

Duas estratégias são especialmente bem-vindas para explorar diferentes texturas na marcenaria: a incidência mais lateral, conhecida como luz rasgada, e a iluminação difusa, que é homogênea.

 

A escolha entre elas depende do efeito que se pretende criar e, principalmente, de como a superfície reage à luz.

 

Luz rasgada: quando o objetivo é revelar o relevo

Aqui, a fita de LED é posicionada de maneira lateral, próxima à superfície. O feixe incide em um ângulo fechado, acompanhando o relevo da chapa.

 

O resultado aparece nas pequenas sombras formadas entre as partes mais altas e baixas do revestimento. Em vez de iluminar o MDF de maneira uniforme, a luz evidencia a tridimensionalidade.

 

É uma estratégia excelente para o uso de padrões com a textura Vert da ARAUCO. Com linhas verticais que remetem a ripados, tecidos e ao movimento das águas, o acabamento ganha ainda mais expressão quando a iluminação percorre seus sulcos.

 

Em painéis de TV, cabeceiras ou outros elementos verticais, uma fita posicionada no topo ou em uma das laterais cria uma sequência de sombras delicadas, reforçando a sensação de profundidade.

 

Luz difusa: quando menos é mais

Nem toda superfície precisa de contrastes marcados. Em alguns acabamentos, o melhor resultado vem de uma iluminação mais suave.

 

Esse tipo de luz utiliza um perfil de alumínio com difusor leitoso para distribuir o brilho da fita de LED de maneira homogênea. Com isso, os pontos individuais dos LEDs ficam menos aparentes e a iluminação ganha um aspecto contínuo.

 

A solução combina com a textura Matt da ARAUCO, que é fosca, e apresenta toque suave e aparência discreta.

 

Em vez de criar reflexos concentrados sobre a superfície, a luz difusa preserva a leitura uniforme do acabamento e sua estética aveludada. É uma boa escolha para situações em que a intenção é iluminar sem competir com o próprio material.

 

Como especificar a iluminação na marcenaria?

Alguns cuidados na especificação e na execução ajudam a garantir uma iluminação mais confortável e bem integrada ao móvel.

 

Pense no perfil antes da usinagem

Se a intenção é embutir a iluminação na marcenaria, o perfil de alumínio deve ser considerado ainda na etapa de projeto.

 

O rasgo feito no MDF precisa ser compatível com as dimensões do perfil escolhido, garantindo um encaixe adequado sem comprometer a estrutura da chapa. Por isso, antes de definir a profundidade da usinagem, é importante conferir as especificações do fabricante do perfil.

 

Evite o efeito pontilhado

Uma sequência de pequenos pontos luminosos pode tirar a sensação de continuidade que se busca em uma iluminação embutida. 

 

Para reduzir esse efeito, vale especificar fitas com maior densidade de LEDs, como as fitas COB, ou modelos de alta densidade combinados a um perfil com difusor leitoso.

 

Considere também a distância entre a fonte de luz e a superfície iluminada. Quanto melhor a distribuição, mais uniforme será a linha de luz percebida.

 

Escolha a temperatura de cor de acordo com o ambiente

Para projetos que utilizam padrões madeirados, terrosos e tons como fendi, temperaturas entre 2700K e 3000K ajudam a criar uma atmosfera quente e acolhedora.

 

O ideal é observar a relação entre a iluminação, o acabamento do MDF e os demais materiais do ambiente. A luz deve valorizar o conjunto, sem alterar a percepção das cores.

 

Onde aplicar a iluminação embutida?

A indicação é que a combinação entre textura e iluminação apareça em diferentes pontos da marcenaria, sempre de acordo com o efeito desejado.

 

Painéis de TV e cabeceiras

Os painéis de TV e as cabeceiras são ótimos lugares para explorar a relação entre iluminação e textura. Com a fita de LED posicionada na parte superior ou lateral, a luz percorre o relevo da textura Vert, reforçando a sensação de profundidade.

 

Nos padrões mais claros, como o Orvalho, o efeito ganha uma leitura leve e luminosa. Com seu tom sofisticado, a tonalidade une referências clássicas e contemporâneas, enquanto as linhas da Vert acrescentam movimento à superfície.

 

Já o Orla confere acolhimento. Seu brilho suave e os reflexos em tom champanhe recebem ainda mais presença quando encontram as sombras criadas pelas luzes laterais.

 

Para uma proposta marcante, o Silício combina a textura com uma estética contemporânea e tecnológica. A luz rasgada adiciona profundidade, criando um painel que chama atenção pela cor e pela maneira como reage à iluminação.

 

Cozinhas e banheiros

Nesses espaços, o LED precisa cumprir uma função prática, mas também pode contribuir para a decoração do ambiente. Sob armários aéreos, prateleiras e nichos, a fita de LED ajuda a iluminar bancadas e superfícies de trabalho, enquanto o acabamento do MDF agrega textura e personalidade ao móvel.

 

Em uma composição leve e contemporânea, o Frapê combina com a proposta. Sua tonalidade neutra traz leveza ao mobiliário e permite que a iluminação seja incorporada de maneira discreta.

 

Já o Anis proporciona uma sensação mais acolhedora. Inspirado na cor terrosa do anis-estrelado, possui uma tonalidade envolvente e versátil, que ganha ainda mais profundidade sob uma luz quente e difusa.

 

Halls de entrada

Esse cômodo pode ser pequeno, mas tem um papel importante: é o primeiro contato com a atmosfera da casa.

 

Por isso, um painel de MDF com textura Matt e iluminação embutida cria um ponto de destaque logo na chegada. A luz difusa percorre a superfície sem criar reflexos excessivos, enquanto o acabamento fosco mantém a composição elegante e equilibrada.

 

Em uma proposta clara e sofisticada, o Ginger entra muito bem. Inspirado na combinação entre frescor e calor do gengibre, o padrão traz um tom champagne claro, com brilho suave e uma neutralidade refinada.

 

Com uma iluminação quente e bem distribuída, o resultado ganha ainda mais aconchego, sem perder a leveza.

 

Bares e adegas

Nesses locais, a luz passa a participar diretamente da experiência do ambiente.

 

Prateleiras iluminadas com fita de LED geram pontos de luz entre garrafas, objetos e taças, enquanto um painel de MDF ao fundo ajuda a construir a identidade do espaço.

 

Aqui, a textura Matt é uma ótima aliada. Seu acabamento fosco e suave recebe a luz difusa de maneira delicada, evitando reflexos pontuais e criando um fundo sofisticado para os elementos expostos.

 

Para uma composição intensa, o Pimenta Rosa Matt traz uma leitura terrosa e sofisticada do vermelho. Inspirado na pimenta rosa, de aroma levemente adocicado e sabor delicado, o padrão combina profundidade visual e personalidade.

 

Teste a interação entre luz e textura no seu próximo projeto

Acesse o marketplace ARAUCO Online, confira todos os padrões com texturas Vert e Matt e encontre as chapas de MDF ideais para a sua marcenaria.

 

Geral Arquitetura

Tendências de design de interiores: 10 paletas inspiradoras para o seu projeto

A escolha da paleta de cores ajuda a criar sensações e estabelecer a personalidade de cada espaço. Nos projetos de interiores, essa construção acontece a partir do diálogo entre diversos elementos. 

 

Cores, madeirados, texturas e materiais podem se complementar, criar contrastes ou assumir diferentes protagonismos dentro da composição. Na marcenaria, as possibilidades ganham ainda mais força. 

 

Grandes superfícies, detalhes e volumes possibilitam transformar móveis e painéis em parte importante da linguagem do projeto. Para inspirar você, reunimos 10 paletas que exploram variados estilos, combinando padrões presentes no portfólio da ARAUCO.

 

10 paletas para inspirar novas composições

De combinações suaves e atemporais a propostas mais vibrantes, as seguintes paletas mostram como as cores podem transformar a marcenaria e criar atmosferas únicas.

 

1. Respiro purista: tons sutis e madeiras marcantes

Quando você quer trazer aos ambientes a sensação de tranquilidade, aposte em uma paleta suave. Tons claros e levemente acinzentados ajudam a criar uma base visual serena, enquanto madeirados com veios expressivos acrescentam profundidade e conexão com a natureza.

 

O Orvalho, na textura Vert, apresenta essa delicadeza para a composição. Seu tom sutil pode ser combinado ao Carvalho Americano, formando um contraste equilibrado entre a suavidade do unicolor e a personalidade da madeira.

 

A combinação funciona especialmente bem em dormitórios, livings e espaços de trabalho que buscam uma atmosfera visualmente leve.

 

2. Quiet luxury: a sofisticação dos neutros

O conceito de quiet luxury, ou luxo silencioso, valoriza materiais, proporções e acabamentos que revelam sofisticação sem excessos. Isso se traduz em tons neutros, superfícies elegantes e madeiras de aparência nobre.

 

O Connect, na textura Matt, tem uma tonalidade nude/fendi que funciona como base para diferentes composições. Ao lado do Nogueira Persa ou do Noce Naturale, ganha profundidade e cria uma estética sofisticada e atemporal.

 

É uma proposta interessante para closets, dormitórios, home offices e ambientes sociais nos quais a elegância deve aparecer nos detalhes.

 

3. Nobreza britânica: azul acinzentado e materiais urbanos

Tons de azul com fundo acinzentado proporcionam personalidade sem comprometer a sofisticação. Quando combinados a materiais de aparência mineral, criam um visual que equilibra tradição e contemporaneidade.

 

O Lord, na textura Matt, assume o protagonismo da paleta. Para equilibrar sua intensidade, a composição pode incorporar o Beton ou referências de pedras claras.

 

O resultado é uma combinação elegante para painéis, estantes, cozinhas e mobiliários que pedem um ponto de cor mais marcante.

 

4. Calor do deserto: tons queimados e madeiras mel

Os tons inspirados nas paisagens áridas seguem ganhando espaço nos interiores por sua capacidade de criar ambientes acolhedores e cheios de personalidade. Amarelos queimados, terracotas e nuances quentes podem ser usados em grandes superfícies ou em detalhes estratégicos.

 

O Damasco, por exemplo, traduz a proposta em uma tonalidade envolvente. Ao combiná-lo com madeiras de tom mel e elementos que reproduzem o efeito ripado, a decoração ganha movimento e sensação de aconchego.

 

A paleta é bem-vinda em salas, cozinhas e espaços de convivência.

 

5. Leather & Custom: o toque da alfaiataria

Quando a intenção é criar um ambiente sofisticado e sensorial, a textura também precisa participar do todo. Nesse caso, superfícies que remetem a materiais têxteis ou ao couro ajudam a transformar o mobiliário em um elemento de destaque.

 

O Camelo leva essa referência para o MDF com uma aparência caramelo sofisticada. Em closets e armários, pode ser combinado ao Lino, criando uma composição inspirada na alfaiataria: elegante, tátil e cuidadosamente coordenada.

 

A proposta mostra como a textura é tão importante quanto a cor na construção de uma identidade visual.

 

6. Elegância atemporal: madeira e neutros luminosos

Algumas combinações atravessam tendências justamente porque trabalham com elementos que dificilmente perdem relevância. Madeiras em tons dourados, por exemplo, podem ser equilibradas por unicolores neutros que deixam a composição mais leve.

 

O Louro Freijó apresenta calor e naturalidade ao ambiente, enquanto o Kashmir acrescenta uma base neutra e sofisticada.

 

A harmonização entre eles é indicada para diferentes estilos de interiores, do contemporâneo ao minimalista, criando uma marcenaria elegante sem depender de contrastes muito marcados.

 

7. Biofilia botânica: verde e madeira

A aproximação entre interiores e a natureza continua influenciando a arquitetura e o design. Mais do que inserir plantas nos ambientes, a biofilia também pode aparecer por meio de cores, materiais e texturas que remetem ao mundo natural.

 

O Sálvia traduz tudo isso em um verde suave e sofisticado. Quando combinado ao Acácia Carmel, cria uma relação equilibrada, onde o frescor da cor e o aspecto aquecido da madeira se encaixam perfeitamente.

 

É uma paleta interessante para cozinhas, banheiros, dormitórios e espaços de convivência que precisam de uma atmosfera natural e acolhedora.

 

8. Terrosos orgânicos: profundidade e acolhimento

Os tons terrosos seguem presentes nos projetos por sua versatilidade e pela capacidade de aproximar os ambientes de referências naturais. Marrons, cacaus e especiarias formam bases sofisticadas quando combinados a madeirados de desenho mais linear.

 

O Moscada e o Ginger são exemplos de tons que assumem diferentes papéis na composição. Usados com madeirados de veios alinhados, ajudam a criar uma estética orgânica, contemporânea e acolhedora.

 

A paleta pode aparecer tanto em grandes planos de marcenaria quanto em nichos, painéis e detalhes que funcionam como pontos de destaque.

 

9. Monocromático sofisticado: diferentes tons de cinza

Uma composição monocromática não precisa ser plana. Ao trabalhar diferentes tonalidades, texturas, volumes e incidências de luz, é possível criar profundidade mesmo quando a paleta parte de uma mesma família cromática.

 

A combinação entre Gris e Beton é uma possibilidade para explorar essa linguagem. Os tons de cinza podem ser distribuídos em diferentes elementos da marcenaria, enquanto a iluminação indireta evidencia volumes e recortes de forma sutil.

 

O resultado é um cenário contemporâneo e sofisticado, adequado para livings, home offices e ambientes corporativos.

 

10. Contraste de vanguarda: cor como protagonista

Para projetos que precisam de mais personalidade, uma das possibilidades é transformar a cor em elemento central da composição. Nesse caso, o segredo está em criar pontos de contraste e equilibrá-los com materiais que tragam profundidade.

 

Os tons da Coleção Realce permitem explorar a ideia por meio de cores acentuadas e acabamentos que ganham diferentes leituras conforme a iluminação incide sobre as superfícies.

 

Para equilibrar a composição, madeiras escuras como Ameixa Negra funcionam como caixas estruturais ou planos de apoio. Assim, a cor ganha protagonismo sem deixar de fazer parte de um visual coerente.

 

Da paleta ao projeto

As cores não existem isoladamente em um ambiente. Elas dialogam com volumes, iluminação, materiais e texturas para construir uma experiência visual e sensorial.

 

Por isso, analisar diferentes combinações é uma forma de desenvolver uma arquitetura mais autoral, na qual cada escolha contribui para a identidade do espaço.

 

Pronto para dar vida a essas composições no seu próximo projeto? Acesse o marketplace ARAUCO Online, teste os padrões no Simulador de Ambientes e encontre seus painéis de MDF para transformar suas ideias em projetos.

 

Promoções e novidades em primeira mão

Cadastre seu e-mail e não perca nenhuma oportunidade. Fique por dentro!